domingo, setembro 02, 2007

Meu Pai, Meu herói


•É dificil explicar tudo que acontece em sua vida que parece uma magia, algo encantado que nem você ao menos acredita. Meu pai infeslimente faleu em 2002 com quase 84 anos de idade... Acho que durante todo essa ausencia dele foi mais que ele ficou presente em mim entende? Pessoas me falaram que quando se perde uma coisa a gente da mais valor, antes eu nao sabia dar valor a nada, eu era criança, uma criança meia voada... hoje se eu pudesse voltar no tempo uma coisa mais q impossivel de acontecer é claro, eu viveria todos os dias como se fosse o ultimo dia... Hoje depois de tantas barreiras, depois de descobrir e sentir tudo q meu pai me ensinou, minha mãe, as pessoas, e eu msm... eu me vejo uma pessoa melhor, uma vida que passou da água para o vinho...

quinta-feira, agosto 30, 2007

Um Sonho, Um amor


•Nossa faz tempo que não escrevo aqui né? Deixa eu conta e atualizar tudo isso aqui... São tantas coisas que tem acontecido desde aquela ultima postagem, bem até agora não realizamos o jogo de voley acredita??? Pois bem o JIMI de taekwondo (jogos do interior de minas) tem ocorrido quase tudo bem, só que foi uma desvantagem: EU NAO LUTEI! O meu professor colocou meu peso errado, e não foi aprovado, triste né? rs
• Amizades e amizades verdadeiras que eu nao sei como agradecer as meninas (Adla, Gabi e Carol) pelo grande apoio, pela diversão, pela compreensão, e pelo carinho. Também não sei como agradecer o pessoal da net que vive me ajudando no dia-a-dia, me apoiando, pedindo conselhos que também servem para mim, sinceramente pessoal obrigada por existir!

A Festa no céu


A FESTA NO CÉU

Entre todas as aves espalhou-se a notícia de uma festa no Céu. Todas as aves compareceriam e começaram a fazer inveja aos animais e outros bichos da terra incapazes de vôo.
Imaginem quem foi dizer que ia também à festa... O sapo! Logo ele, pesadão e nem sabendo dar uma carreira, seria capaz de aparecer naquelas alturas. Pois o sapo disse que tinha sido convidado e que ia sem dúvida nenhuma. Os bichos só faltaram morrer de rir. Os pássaros, então, nem se fala. O sapo tinha seu plano. Na véspera, procurou o urubu e deu uma prosa boa, divertindo muito o dono da casa. Depois disse:
- Bem, camarada urubu, quem é coxo parte cedo e eu vou indo porque o caminho é comprido.
O urubu respondeu:

A Moura torta

A MOURA TORTA
De Henriqueta Lisboa.

Era uma vez um rei que tinha um filho único, e este, chegando a ser rapaz, pediu para correr mundo. Não houve outro remédio senão deixar o príncipe seguir viagem como desejava. Nos primeiros tempos nada aconteceu de novidades. O príncipe andou, andou, dormindo aqui e acolá, passando fome e frio. Numa tarde ia ele chegando a uma cidade quando uma velhinha, muito corcunda, carregando um feixe de gravetos, pediu uma esmola. O príncipe, com pena da velhinha, deu dinheiro bastante e colocou nos ombros o feixe de gravetos, levando a carga até pertinho das ruas. A velha agradeceu muito, abençoou e disse:- Meu netinho, não tenho nada para lhe dar: leve essas frutas para regado mas só abra perto das águas correntes. Tirou da sacola suja três laranja e entregou ao príncipe, que as guardou e continuou sua jornada.Dias depois, na hora do meio-dia, estava morto de sede e lembrou-se das laranjas. Tirou uma, abriu o canivete e cortou. Imediatamente a casca abriu para um lado e outro e pulou de dentro uma moça bonita como os anjos, dizendo:- Quero água! Quero água!Não havia água por ali e a moça desapareceu. O príncipe ficou triste com o caso. Dias passados sucedeu o mesmo. Estava com sede e cortou a Segunda laranja. Outra moça, ainda mais bonita, apareceu, pedindo água pelo amor de Deus.O príncipe não pôde arranjar nem uma gota. A moça sumiu-se como uma fumaça, deixando-o muito contrariado.

Felicidade é sorte


Felicidade é sorte

Era um dia um sapateiro muito pobre e carregado de filhos, que apesar de trabalhar como um condenado vivia na miséria. De uma feita estava ele batendo sola quando passaram dois amigos, muito ricos, que vinham discutindo sobre a fortuna. Um dizia que a fortuna era dada pela felicidade e o outro pelos auxílios. Viram o sapateiro e tiveram piedade dele ao mesmo tempo que resolveram experimentar a opinião de cada um. O que sustentava a fortuna pelos auxílios, foi ao sapateiro e lhe deu cinqüenta moedas de ouro. O sapateiro quase morre de alegria. Acabou depressa o serviço e voltou para sua choupana. Aí enterrou o dinheiro num vaso que tinha um pé de manjericão, deixando para depois estudar como empregava aquele ouro. No outro dia acordou mais tarde e foi ver o pé de manjericão. Não o encontrou. Perguntou, já assustado, à mulher, onde pusera o vaso e soube que ela vendera a um homem que passava, apurando com que almoçar.

terça-feira, agosto 07, 2007

O Pequeno Polegar

Esta ai mais um conto do grande escritor Charles Perrault!





O PEQUENO POLEGAR





Era uma vez um casal de lenhadores muito, muito pobres, com sete filhos pequenos. Um deles, o caçula, era magro e fraco, mas esperto e inteligente; era conhecido como Polegar, por ser muito pequeno ao nascer. Naquele ano difícil, faltava tudo, praticamente não havia o que comer. Os dois lenhadores, desesperados com tanta miséria e tantas bocas para alimentar, encontraram uma triste solução: iriam se livrar dos sete filhos esfomeados. Enquanto os filhos dormiam, pai e mãe planejaram como agiriam para abandonar as crianças. — Vamos levar as crianças para a floresta — disse o lenhador. — Lá, enquanto juntam lenha, nós as abandonaremos e fugiremos sem que percebam. Quando o pai pronunciou a última palavra, seus olhos e os de sua esposa estavam cheios de lágrimas. — Coitadinhos dos meus filhos — disse a mãe, soluçando. — Ficarão sozinhos, sentindo frio, fome e medo das feras do mato… — Prefere, então, que morram de fome aqui mesmo conosco, sob nossas vistas? — perguntou o pai, também chorando.

Barba Azul

É com muito orgulho que trago esse conto do grande escritor Charles Perrault para vocês:




O Barba-Azul
Charles Perrault

Era uma vez um homem que tinha belas casas na cidade e no campo, baixela de ouro e prata, móveis trabalhados e carruagens douradas; mas, por desventura, esse homem tinha a barba azul: isto o fazia tão feio e tão terrível que não havia mulher nem moça que não fugisse ao vê-lo.
Uma de suas vizinhas, dama de alta linhagem, tinha duas filhas absolutamente belas. Ele pediu-lhe uma delas em casamento, deixando a escolha à vontade materna. Nenhuma das duas o queria, e cada uma o passava à outra, pois nenhuma podia decidir-se a aceitar um homem de barba azul. Aborrecia-as também a circunstância de ele já ter desposado várias mulheres sem que ninguém soubesse o que era feito delas.

Relato pós chikungunya :: Uma dor terrível nas articulações

Esse ano (2024) muitas pessoas pegaram dengue aqui na minha cidade, e varias pessoas pegaram também chikungunya. E eu fui uma delas... depoi...